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Colunas

Ingrid Abs

Pós graduanda em gestão em segurança alimentar


O RISCO ALIMENTAR E O CONSUMIDOR

Publicado em: 18/07/2016

Segundo as pesquisas o alimento é fonte de energia e imprescindível para manutenção da vida e através da sua ingestão pode causar danos, no qual, alguns autores abordam que comer é uma atividade de risco. Ou seja, tudo que tem a ver com a comida deveria ser tratado com especial interesse pelas autoridades no âmbito da proteção à saúde, podendo deduzir a necessidade de estabelecer todo tipo de mecanismos de controle sobre alimentos com a finalidade de proteger a saúde.

Pesquisas apontam que os problemas relacionados ao consumo, produção e circulação de alimentos tornaram-se temas frequentes na agenda governamental brasileira nos últimos anos e vêm preocupando chefes de Estado e organismos internacionais em todo o mundo. O termo segurança alimentar é, atualmente, alvo de políticas públicas, campanhas e programas nacionais, constituindo uma área interdisciplinar que exige cada vez mais a ação integrada de profissionais de diversas categorias, como engenheiros, agrônomos, nutricionistas, biólogos, médicos, sociólogos, economistas, advogados dentre outros.

Segundo Vieira o ponto de vista dos consumidores, várias são as preocupações quanto aos riscos sanitários e a certeza de que se esses produtos não são adequadamente controlados e que poderão ocorrer episódios dramáticos como o que sucedeu com o mal da vaca louca (BSE - Encefalopatia Espongiforme Bovina), gripe aviária, as contaminações das carnes e leite pelas dioxinas e os benzopirenos nas gorduras, o que veio chamar a atenção para a necessidade de maior controle na produção agro alimentar e também da relação que existe com a poluição ambiental. Os consumidores manifestaram-se preocupados e exigiram maiores informações e maior controle dos alimentos que são colocados à sua disposição nos mercados.

Segundo a autora Losada Manosalvas a “confiança do consumidor depende em parte da atuação coerente e objetiva na formulação política em matéria de segurança alimentar e de preservação dos perigos associados aos alimentos estabelecidos sobre a base de uma avaliação científica e independente da gestão do risco”.

A proteção do consumidor deve ser conferida através da normatização do direito do consumidor, configurou-se numa necessidade premente para todas as nações desenvolvidas ou em desenvolvimento, instando a adoção de medidas preventivas, coercitivas e punitivas, visando a assegurar ao consumidor proteção à vida, à saúde, à liberdade de escolha e à igualdade de condições nos contratos (DONATO, 1993 apud VIEIRA;VIEIRA JUNIOR, 2005).

Portanto, nós consumidores somos o elo mais importante em qualquer cadeia agroindustrial, pois, sustentamos todo o sistema e cabe a nós exigirmos alimentos mais seguros.


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