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Depoimentos

Nome: José Gregório

Profissão: comerciante


"Solução rápida, eficaz e perto de nós!"

Publicado em: 13/05/2013

Quem não gosta de presentear a alguém querido? No entanto, imaginem o vexame quando se descobre que esse presente se torna, tão logo, inutilizável por conta de um defeito. Uma situação, no mínimo, constrangedora. Foi o que aconteceu com o comerciante José Gregório, de 35 anos, que comprou, em setembro do ano passado, um aparelho de som para uma amiga. Nem terminou o ano e o eletro, simplesmente, parou de funcionar. “De repente, ele não tocava mais. O leitor de USB não reconhecia mais o dispositivo. Sequer as estações de rádio eram possíveis ser ouvidas. Dei o objeto novo, lacrado”, lembra o consumidor. De imediato, Gregório tomou de volta o equipamento para buscar solução para o lamentável incidente. “Como fui eu quem efetuei a compra e o aparelho, consequentemente, estava em meu nome, resolvi entrar em contato com a assistência técnica, para que sanassem o defeito”.

Ao dar entrada na assistência técnica, no final de dezembro, o comerciante foi informado que, em até 30 dias, teria o produto devidamente consertado. Infelizmente, não foi o que aconteceu: passado o período, nada de solução, tampouco explicação alguma por parte da empresa. “Quando eu ligava para a assistência, eles sempre prorrogavam o prazo para entrega. Acho que o que eles queriam, na verdade, era que a garantia se extinguisse para que pudessem me cobrar pelo serviço”, relata.

O que Gregório não sabia – e que todo consumidor precisa estar ciente – é que, estando um produto dentro do prazo de garantia, não pode estar retido para conserto por mais de 30 dias. Ultrapassado este limite, passa o consumidor a ter o direito a uma das três opções: requerer outro produto, igual e em perfeito estado; receber de volta a quantia paga; ou receber abatimento proporcional ao que foi pago para a compra de outro bem. Quem assegura isso é o Código de Defesa do Consumidor, em seu Artigo 18. O comerciante tomou conhecimento desse e de outros direitos ao procurar a equipe da Adeccon, em meados de março deste ano. “Conheci o trabalho da entidade por meio de uma coluna destinada ao consumidor em um jornal local”, lembra.

Não demorou muito para que o problema fosse, finalmente, resolvido. Através da chefe de Atendimento da Adeccon, Lorena Grinberg, a entidade notificou as três empresas responsáveis pelo produto defeituoso: a loja, o fabricante e a assistência técnica. Antes, José Gregório foi questionado sobre qual das três alternativas – citadas no parágrafo anterior – era de sua preferência. “Escolhi receber um produto igual”, disse. Pedido cumprido: sem maiores demoras, o fabricante respondeu, via e-mail, à demanda, já informando o envio de um novo aparelho de som.

“Estou bastante satisfeito com o trabalho da Adeccon. Tiveram muita seriedade e desempenho para resolver o meu problema”, comemora o comerciante, que tão logo recebeu o novo eletro, tratou logo de dar-lhe o destino original. Só que, desta vez, bem mais precavido e consciente dos seus direitos. “Entreguei o presente, novamente, à minha amiga, mas solicitei que, de imediato, efetuássemos os testes para constatar que ele estava, de fato, em perfeito estado de uso”. Para alívio de presenteador e presenteada, deu “som na caixa”.

Desde então, Gregório se diz multiplicador dessa experiência, compartilhada com amigos a fim de que, a exemplo do associado, eles também não se deixem lesar pelos abusos dos fornecedores e façam valer os seus direitos. “Digo a todos que é importante podermos contar com entidades como a Adeccon, que soluciona casos, muitas vezes, sem necessidade de entrar com ação na justiça, na qual a demora é bem maior. Além do mais, é uma instituição com sede aqui mesmo, no Recife, perto de nós”, elogia o comerciante.

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